Como autodidata, dedico meu tempo a leitura de pesquisas a fim de desvendar os meandros da mente humana, e uma constante se destaca: a capacidade de sonhar é uma das nossas forças mais vitais e, muitas vezes, subutilizadas. Sonhar não é apenas um devaneio noturno; é o motor que impulsiona a existência humana, a semente da qual brotam as maiores inovações e as jornadas de crescimento pessoal mais significativas.

Nossa sociedade, frequentemente, valoriza a praticidade imediata em detrimento da visão de futuro. Somos treinados a focar no “agora” de forma produtiva, esquecendo que o “agora” de amanhã é moldado pelo que ousamos imaginar hoje. Permitir-se ter aspirações e metas de vida desafiadoras é um ato de coragem, uma forma de afirmar que não aceitamos o status quo como nosso destino final.
A importância de sonhar reside na sua capacidade de nos tirar da inércia. Um sonho, seja ele mudar de carreira, viajar pelo mundo, construir uma família ou dominar uma nova habilidade, cria um descontentamento saudável com a complacência. Ele nos oferece um propósito, uma direção para onde canalizar nossa energia psíquica e emocional.
A motivação que surge de um sonho genuíno é resiliente. Ela nos ajuda a navegar por desafios, fracassos e frustrações, pois a visão do objetivo final mitiga a dor do processo. Sonhar é, fundamentalmente, praticar a esperança — um dos pilares da saúde mental.

Sonhe mais. Sonhe grande. Transforme a reflexão em ação e dê a si mesmo a chance de viver uma vida guiada pelo seu próprio e poderoso potencial.
Até!
Patricia Gujev


